04 setembro 2013

Saudações. 

Me lembro como ontem desse primeiro "Saudações", sabia?


Não precisa se desculpar, nunca. 

Sei que foi um hábito que você adquiriu por força maior e não vejo a hora em que irá largá-lo.: você nunca precisou disso.

Sei que sempre falei desse entusiasmo, mas acho que tomei parte dele pra mim, sabia? 
De repente tudo o que você projetava  (pensando no singular) não me parece mais absurdo, consigo entender como as coisas podem ser fáceis. 
É incrível como (a falta d)o peso muda a vida da gente.

Vi suas fotos: que beleza! Imagino bem qual tipo de dia você se referiu, é um bom tempo. 

Estive por aí semana passada, com aquele tempo que sempre comento, sabe? 
O calor colorindo as flores dos vestidos? Aquele com um solzão em que os corpos aparecem sempre com um dourado natural. 

Minha passagem foi rápida, também não me recordei dessas poses, talvez porque não as tenha feito. A passagem foi ótima, os contaots também restritos. 

Não havia sonho nem cobrança, talvez por isso esteja aqui com um ar tão leve. 

Fique. 


Não haverá nada que diga alguma coisa sobre isso tudo.

Fique bem, mas fique.

O sabor do café das minhas manhãs adquiriu algumas cores. Não tem como não me lembrar disso de copos coloridos. 

Espero que não esbraveje, mas me mandar a xícara com remetente foi pedir uma resposta. E se não foi essa a intenção, bem, eu te devia uma de qualquer jeito. 
Quanto ao gengibre foi fácil: não o comi, como sempre. Virou um tipo de ritual! 

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