Não sou do tipo de pessoa que vive perigosamente.
Intensidade e inconseqüência são termos que adquiriram certo significado
pejorativo (o que é uma merda).
Quando preciso fazer um relatório ou fichamento, dificilmente substituir “intensidade”
no sentido de fruição dá certo: neste caso, não tem problema.
Um amigo gosta de me chamar de “Cuzona”. Quando comecei a disparar uma sequência de "nãos", ganhei o apelido.
Um amigo gosta de me chamar de “Cuzona”. Quando comecei a disparar uma sequência de "nãos", ganhei o apelido.
Para as coisas que quero, ele diz ter admiração e não me
lembro na última vez que me chamou pelo apelido carinhoso (onde cuzona é
carinhoso e inconseqüente é pejorativo, coisa minha).
Não quero saber de agradar tudo e a todos, mas se for pra ser intensa e maltratar quem me ama, prefiro meu sangue de barata morta. Se for pra ser inconseqüente, adepta do “só não me arrependo do que não fiz” para mostrar pro mundo uma força que eu não tenho, prefiro ficar no meu canto.
Essa parte do sangue de barata eu dramatizei, também não sou
altista, mas evitar algumas coisas foi um aprendizado que rendeu bons frutos e
uma eficácia nos resultados.
- Resultados? Aonde minha filha? - Na vida, bebê!
- Resultados? Aonde minha filha? - Na vida, bebê!
“Respeito mútuo” eu li uma vez, nesse mundo onde ninguém liga pra isso. Onde piadas não são engraçadas e risadas imundas não são bem vindas (oi?)
Repeito? Mas por que diabos eu resolvi falar disso tudo mesmo?
Ah, lembrei, pra intensificar a inconseqüência de... rs
Ai ai ai viu > myeggs
nova baby – the black keys
nova baby – the black keys












